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segunda-feira, 25 de março de 2019

Record TV chega a Itália e atinge marca importante

O Bispo Edir Macedo é dono da Record e líder da Igreja Universal. (Foto: Antônio Chahestian / Record TV)


 A partir de hoje  segunda-feira dia 25 de março, o sinal da Record TV Europa chega a Itália, em alta definição, através da operadora Sky, no canal 571, com a programação recheada de programas de entretenimento, realities, jornalismo, novelas e atrações produzidas localmente.

Com a transmissão para os italianos, a Record TV atinge a marca de 60 operadoras de TV a cabo que distribuem o sinal da emissora no continente europeu. No total, a Record TV Internacional está presente em mais de 150 países, entre Europa, Ásia, Américas e África.

Além dessa novidade internacional, a emissora pode anunciar uma surpresa para a programação. A direção da emissora está analisando a possibilidade de voltar a exibir um telejornal no final de noite, por volta da meia-noite. Os diretores precisam de interessados em anunciar na faixa, para que o projeto dê prosseguimento.


A ideia, aliás, é fazer uma dobradinha no mesmo estilo que a Globo, que exibe um telejornal e logo depois o talk show Conversa com Bial. A Record também quer um telejornal encerrando a noite e um programa de entrevistas e humor comandado por Marcos Mion. Vale frisar que esse projeto só sairá do papel caso exista patrocinadores interessados. As informações são da jornalista Cristina Padiglione, do jornal Agora São Paulo.
ORDEM DE DIRETOR NO JORNALISMO
Desde que substituiu Douglas Tavolaro na vice-presidência de jornalismo da Record, Antonio Guerreiro fez uma série de mudanças no jornalismo do canal. Uma ordem recente e inédita, que pode ser considerada bastante positiva, é a que determina a extinção de jornalismo gravado na emissora.
De acordo com o jornalista Flávio Ricco, do UOL, proposta do profissional é aumentar a carga de jornalismo “ao vivo”, sendo que esse modelo se estenderá de São Paulo para as outras capitais. Ele entende que a grande quantidade de acontecimentos não se deve abrir mão do ao vivo.
Ele ainda pretende tornar mais rigorosa as interrupções na grade de programação para dar lugar ao jornalismo. Seguir com desenhos ou programas de variedades enquanto um assunto importante mexe com o país é algo que não pode acontecer.
Fonte: Flávio Ricco é jornalista e tem uma coluna diária sobre TV no portal UOL

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