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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Zé Ramalho recorda vício em cocaína e revela como parou

Zé Ramalho fala sobre vício em cocaína no início da carreira (Imagem: Reprodução / Globo)
Zé Ramalho fez uma revelação sobre o seu antigo vício em cocaína. Em conversa com Pedro Bial, o cantor não escondeu a verdade e falou sobre as dificuldades no início da carreira em relação as drogas.
O famoso morava no Rio de Janeiro quando viu de perto o mundo das drogas. “Quando cheguei, o cartel de Cali [na Colômbia] estava investindo essa substância no Rio, botando da melhor qualidade para viciar”, recordou.
Segundo ele, não eram apenas os famosos do mundo artístico que usavam a droga. “Pessoas das gravadoras, gerentes, presidentes, políticos usavam. Eu apenas parei. Nunca fiz tratamento, psicanálise, simplesmente disse: ‘hoje é a última vez’ e nunca mais retornei”, contou.
O “não” as drogas teve consequências. “Sofri bastante, mas o mais importante era recuperar a carreira. Eu fiquei sem gravar, as gravadoras não se animaram mais a trabalhar comigo. Você vai até onde dá para ir. Nesse limite eu parei, foi uma decisão importantíssima para mim”, desabafou.
“Eu tinha sentido tudo o que eu queria sentir com essa experiência. Eu só tomo vinho hoje em dia, diariamente a caneca de vinho que tenho direito”, brincou Zé, que largou os estudos de medicina pela carreira de cantor. “Larguei Medicina no segundo ano. Eu me sentia agoniado na aula, não seria um bom médico”, confessou.
Após a decisão, o mais difícil foi a conversa com a família. “Tive que tomar a decisão de chegar em casa e contar ‘não vou mais estudar, quero ir para o Rio ou São Paulo tentar a carreira de cantor e compositor’. Foi um choque, todo mundo quer ter um médico na família. Mas me deram a passagem”, lembrou.
Zé Ramalho apontou a música Garoto de Aluguel como a canção da sua vida: “Foram dois anos muito difíceis, 1976 e 1977. Vim pra cá achando que o que eu conhecia da vida daria para sobreviver. Foi um teste de sobrevivência diário. Passávamos a noite juntos e depois deixavam um valor no dia seguinte para o café da manhã, um PF [prato feito]”.

Fonte: RD1

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