Perseguição e humilhação: quem não tem serviço para mostrar, vê a perseguição como forma de calar seus desafetos

 


Quem conhece o grupo dapezista quase que por unanimidade, relata que a gestão de Paulo Dapé, de 1997 ao ano 2000, foi marcada por uma péssima administração na saúde, educação, infraestrutura e principalmente por ter aplicado mais de 300 cheques sem fundos no comercio local, e o não pagamento de diversos servidores, em especial os professores que se valeram da benevolência dos eunapolitanos para não passar fome através de doações. 

Após isto, Dapé decidiu assumir juntamente com a sua Cordélia Torres, uma rádio denominada super 98fm, que até hoje possui dividas na justiça e ações trabalhistas. Há relatos de ex-funcionários que tiveram suas carteiras de trabalho retidas e que quase precisaram recorrer ao judiciário para reaver seus documentos. Alguns funcionários estão até hoje sem receber seus proventos salariais, muito menos o valor referente ao tempo de serviço. Isto é uma prova inquestionável de pessoas que possuem em sua índole, a facilidade em adquirir e não pagar.

Passaram-se 20 anos e eis que após consecutivas derrotas nas urnas, Paulo Dapé consegue eleger sua esposa, que de forma amadora e incapaz, tem gerido o município. Vale ressaltar que em suas promessas de campanha, Cordélia fazia questão de afirmar que ela - por ser evangélica - tinha qualidades que poderiam considera-la uma mulher imaculada, perfeita, incorruptível, mas, o que vemos hoje em dia, é uma gestão perseguidora, cruel, improdutiva, e que para o pouco tempo atuando no município, já recebeu consideráveis ações e embargos judiciais, em sua maioria por suspeita de fraude.

Eunápolis hoje funciona assim: se falou, postou, reproduziu algo que desagrade aos gestores, logo em seguida o munícipe ou até mesmo servidor público é ameaçado ou até mesmo processado por Cordélia. Porém, o juizado já deu duas “bordoadas” na prefeita, ao afirmar que ela, na condição de gestora pública, deve se acostumar a receber críticas e palavras de descontentamento com sua gestão.

Foi pouco ter humilhado um gari ao entregar-lhe uma bota como se fosse um presente de luxo. Em poucos dias foi transferido da praça do pequi, para o distrito da colônia. 

Em outro caso, um professor foi processado por emitir em sua rede social, os desmandos da gestão. Também uma garota de 15 anos foi processada por comentar em uma live que a saúde que a prefeita estava anunciando só existia na cabeça dela.

Um vereador foi atacado em seu próprio gabinete por um servidor público com ofensas gravíssimas, e inclusive a tentativa de que o edil perdesse a cabeça e o agredisse. Eunápolis vive ameaçada pelos pseudos donos da verdade, os coronéis do poder. Porém em breve um recado será dado a esta gente que acha que o judiciário, ou o poder efêmero lhes assegura estar acima do bem e do mal.


Fonte: Leitura do Dia com Alinne Werneck

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