Após série de ataques nas redes sociais contra Renato Bromochenkel, Anaildo Colônia é condenado a indenizar o vereador em 4 mil reais

 


Pra quem pensa que internet é terra sem lei, o juizado cível de Eunápolis está aí para mostrar que ofensas orquestradas e disseminadas em grupos de WhatsApp, redes sociais, ou listas de transmissão não ficarão impunes. Para que se possa fazer uma crítica a quem quer que seja, a pessoa deve estar municiada de provas, e ainda assim, ter consciência de que para cada ação existe uma reação.

Há tempos o vereador e também pastor, Renato Bromochenkel, vem sendo caluniado criminosamente pelo ex-radialista Anaildo Colonia, homem de confiança do grupo dapezista. No entanto, mesmo após uma conversa gentil para que o ex-comunicador cessasse suas ofensas, ele ficou ainda mais agressivo e continuou os ataques. Deste modo, o vereador não viu outra escolha a não ser procurar a justiça para manter sua honra intacta, mesmo com a consciência tranquila de que não cometeu nenhum crime de todos os que Anaildo o acusara.

Sendo assim, o Juiz Henrique César de Paiva Laraia, condenou Anaildo Colônia a indenizar em R$ 4 mil reais o vereador, por tudo que veiculou nas redes sociais e em seu WhatsApp. Vale ressaltar que mesmo citado, Anaildo não teve a mesma coragem de comparecer ao julgamento.

VAMOS O QUE DIZ A SENTENÇA:

Sabe-se, de modo popular, que podemos expressar nossas ideias e ações, mas, também sabemos, que é preciso respeitar, alguns, limites. Pois bem.

Exige-se macular a reputação alheia, pouco importando se verdadeiro ou falso, e ainda, é preciso referenciar um acontecimento com circunstâncias descritivas, tendo em seu aspecto nuclear, fato que, desabone, ao ponto de desacreditar publicamente outrem, comprometendo os atributos que a tornam merecedora de respeito no seio social.

Diante do exposto, julgo PROCEDENTE o pedido da parte autora, para CONDENAR o réu, ao pagamento em favor do autor, no valor de R$4.000,00 (...), a título de reparação, com juros de 1% ao mês, e correção monetária pelo INPC, desde a sentença. 

Fonte: Leitura do Dia

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