É o princípio do fim da política do ódio e da perseguição: Grupo Dapezista perde força e apoio político das principais lideranças; candidatos da prefeita poderão não serem eleitos devido ao péssimo mandato de Cordélia Torres


Erra quem pensa que a política do chicote e da perseguição
 vigorará por muito tempo em Eunápolis. A gigantesca rejeição de Cordélia Torres evidencia que ela caminha a passos largos para a sepultura do nome Dapé e Torres da política eunapolitana. Nem mesmo os correligionários mais apaixonados acreditam que em tão pouco tempo um grupo político poderia fazer tanto estrago em Eunápolis.  

Cordélia já está pagando caro por tratar seus funcionários -  ainda que através dos encarregados e chefes de setor -, a base do chicote e da humilhação.  Os professores, os garis,

2 / 2
os funcionários do hospital de campanha em grande parte, têm horror ao nome da gestora, e a enxerga como uma mulher de promessas dissimuladas na qual jamais pretende cumpri-las.  
DEBANDADA DE VEREADORES
Outro grupo que aos poucos tem se desvinculado da gestora são os vereadores. Aos poucos a população tem visto Fábio Arruda, Adriano Cardoso, Adeilson do Açougue, Pedro Queiroz, Renato Bromochenkel, bem como todos aqueles que um dia apostaram na gestora, nem sequer apoiar seus candidatos, sejam a cargo federal ou estadual. Política não se ganha na base do ódio e da perseguição, e quem um dia jurou falsamente amor por Eunápolis, tem colhido verdadeiramente o repudio popular.
 Fonte: Leitura do Dia
Tags

Postar um comentário

0 Comentários
* Por favor, não spam aqui. Todos os comentários são revisados ​​pelo administrador.